Autoria: Vanessa Passos

ISBN: 978-989-36116-0-9

Gênero: Romance

N.de páginas: 176

Formato: 14×21 cm

Temas centrais: maternidade; relações familiares; violência; identidade

Lançamento: 04/2025

Poesia

A filha primitiva

Vanessa Passos

sinopse

Este livro conta sobre uma linhagem de mulheres unidas pelo destino, separadas pela dor, pelo abandono, pela fé e pelo ceticismo.
Segredam entre si quem são – a avó, mulher negra, esconde de sua filha quem seria seu pai; a filha, branca, luta para sobreviver, escrever e rejeita a maternidade que lhe foi imposta; a neta recebe a raiva da mãe e já nasce sentindo a dor de ser mulher. É uma ficção imersa na crueza da linguagem e calcada no real que transforma a história em
grande literatura. Esta edição conta com prefácio da cineasta Susanna Lira e posfácio da jornalista Cristina Fontenele.

No corredor, ouvi os gritos das que pariam. A irmã da vizinha tinha me dito pra não esquecer que enfermeira não gosta de grávida escandalosa. Ouviu? Perguntou enquanto apertava a minha mão. Fiz que sim com a cabeça. (...) Sofri sozinha lá em cima, um calor medonho. Eu não me sentia humana.

Sobre o autor

Vanessa Passos

Escritora, roteirista, professora de escrita criativa, doutora em Literatura (UFC) e pós-doutora em Escrita Criativa (PUCRS). Lidera a maior comunidade de escritoras que tem voz em mais de 12 países. Autora do volume de contos A mulher mais amada do mundo, também traduzido para o espanhol pela Caravana Grupo Editorial (2024).
Colunista do PublishNews.

Sobre o autor

Vanessa Passos

Eescritora, roteirista, professora de escrita criativa, doutora em Literatura (UFC) e pós-doutora em Escrita Criativa (PUCRS). Lidera a maior comunidade de escritoras que tem voz em mais de 12 países. Autora do volume de contos A mulher mais amada do mundo, também traduzido para o espanhol pela Caravana Grupo Editorial (2024). Colunista do PublishNews.

Manifesto

A língua portuguesa não pertence a um único lugar. Ela é mátria — não de uma nação, mas de todos os que a habitam, transformam e reinventam.

Publicamos para preservar o que é diverso, para dar voz ao que é plural. Cada livro que editamos é um acto de resistência contra o silêncio, contra a uniformidade.

Acreditamos que a literatura é um espelho onde todas as variedades da língua podem ver-se e reconhecer-se.

Do Brasil a Moçambique, de Portugal a Timor, de Angola a Cabo Verde, de Goa a Macau — a mesma língua, infinitas vozes.

Somos uma editora independente. Somos uma casa para as línguas mátrias.